Entenda por que a experimentação de compra é tão importante e saiba como preparar seus produtos para isso

Uma das maiores lições que os varejistas norte-americanos descobriram e incentivaram para o resto do mundo foi a experimentação de compra. Nos Estados Unidos, esta prática é comum: o consumidor chega à loja e consegue tocar e sentir o produto com facilidade. Na era dos itens tecnológicos – como tablets e smartphones – esta necessidade aumentou ainda mais: quem quer comprar um celular sem antes vê-lo funcionando, testá-lo, tocá-lo, sentir o peso do aparelho, a dinâmica na mão?

Dados mostram que produtos à disposição – fora do confinamento de vitrines, por exemplo – vendem 30% mais. No caso de eletrônicos – se os mesmos estiverem ligados – esta porcentagem pode subir ainda mais. Liberar produtos para degustação é uma tática de vendas extremamente certeira.

Mas daí vem a dúvida do varejista: como vou deixar meus produtos à disposição e me sentir seguro contra danos e furtos?

Uma das táticas usada por muitos varejistas é colocar um vendedor disponível para mostrar o item ao cliente. Mas isto envolve uma rotina nem sempre fácil de ser administrada, especialmente se houver pico de visitação na loja. Diante deste cenário, conheça algumas soluções que tornam a experimentação de compra muito mais eficiente e segura:

Cadeados Eletrônicos:

Como o próprio nome diz, são cadeados que se ajustam ao produto e funcionam de modo eletrônico, disparando alarmes em caso de tentativa de violação. Há versões com recursos diferentes para tablets, smartphones, notebooks, câmeras fotográficas, headphones, relógios e smartwatches. Com eles, o cliente consegue verificar várias possibilidades que o item oferece, impulsionando a venda, e ainda mantendo os mesmos seguros.

Etiquetas Antifurto:

Roupas, livros, CDs e outros tipos de produto que normalmente já ficam disponíveis para o toque também podem ganhar uma proteção a mais com as etiquetas antifurto. São etiquetas que funcionam anexadas aos produtos que serão expostos para a venda. Elas são divididas em dois grandes grupos: as etiquetas rígidas e as etiquetas adesivas. São apoiadas pelas antenas antifurto (que também são divididas pela tecnologia em RF – Rádio Frequência, ou AM – Acusto Magnética). Ou seja: o produto é etiquetado e se o consumidor passar pela porta do estabelecimento com ele, a antena vai acusar.

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